Dieta sem glúten faz bem?

Dieta sem glúten

O tenista sérvio Novak Djokovic, número 1 do mundo em 2020 e com sólidos resultados no circuito profissional há mais de uma década, chocou o mundo ao colocar em sua dieta livre de glúten um dos motivos para a sua ascensão e a melhora de seus resultados, principalmente a partir de 2011. Esta fala do jogador acendeu um debate na comunidade de médicos e nutricionistas sobre se uma dieta sem glúten faria bem ao ser humano.

O que é o glúten?

Antes de avançarmos na questão, é fundamental definirmos de forma clara o que é o glúten. Trata-se de uma proteína de tamanho grande presente em cereais como o trigo, cevada, malte e centeio. O glúten é composto por duas proteínas menores, chamadas de gliadina e glutenina. Como derivados desses componentes, que contém glúten, portanto, podemos citar farináceos em geral, pães, biscoitos, cervejas, uísque etc.

Uma das principais características do glúten é ser uma das principais fontes energéticas para o corpo humano, demandando também bastante trabalho do sistema digestivo para digeri-lo e processá-lo. Como a energia consumida e não utilizada pelo corpo humano é transformada em gordura, são problemas associados ao consumo excessivo do glúten a obesidade e suas consequências, como problemas cardiovasculares crônicos e diabetes.

Alergia ao glúten: a doença celíaca

Você já ouviu falar da doença celíaca? Trata-se de pessoas que possuem alergia ao glúten, podendo se manifestar em diferentes níveis de gravidade, desde problemas intestinais mais simples até quadros graves de intolerância. Essas pessoas são chamadas de celíacas.

Quem tem essa intolerância, portanto, deve eliminar o consumo de glúten, devido aos diversos problemas de saúde que ele pode causar. Por não ser um tipo de alergia tão conhecido popularmente como a intolerância à lactose, é comum que muitas pessoas, principalmente aqueles com estágios menos graves, convivam com o problema e suas consequências, principalmente no trato intestinal, e sequer percebam, sendo, portanto, importante um acompanhamento do nutricionista ao longo de todas as faixas etárias. Quanto mais cedo se diagnosticar, menores serão os danos causados à saúde do seu portador. Nestas pessoas, o sistema imunológico entende o glúten como um agente invasor, enviando para o intestino uma resposta imunológica pesada, na qual a liberação de substâncias como a citosina danifica e atrofia a parede do intestino delgado.

Os perigos da contaminação cruzada

Nós apresentamos acima alguns dos principais alimentos que possuem glúten em sua composição, você sabia que também existe a contaminação cruzada. Ela ocorre quando, ainda que não haja glúten em sua composição, determinado produto tenha sido submetido ao contato com a proteína, seja durante o plantio, colheita, processamento, transporte, preparo etc. Por isso, tendo em vista a normatização bastante rigorosa sobre o glúten, a fim de proteger as pessoas com intolerância, é bastante comum lermos em rótulos de produtos a expressão “pode conter glúten”, devido justamente aos riscos de contaminação cruzada. Quanto há a certeza da ausência de glúten no produto, isto é expressamente apresentado no rótulo. Existem no mercado diversas opções de alimentação saudável e nutritiva para pessoas com diferentes níveis de alergia ao glúten.

Benefícios da redução de consumo de glúten

Ainda que somente os alérgicos devam excluir o consumo de glúten de suas dietas, cada vez mais pessoas mundo afora apontam benefícios obtidos, seja com a suspensão completa ou parcial da ingestão da proteína. Tendo em vista o alto poder energético (portanto, calórico) do glúten, a sua transformação em gordura armazenada no corpo humano é perigosa, principalmente para pessoas sedentárias, isto é, que ingerem mais energia do que gastam em seu cotidiano. Deste modo, mesmo que não haja suspensão completa, a simples redução do consumo excessivo já pode trazer benefícios. Citamos alguns deles abaixo:

  • perda de peso emagrecimento, devido à redução da ingestão calórica, tendo em vista que a energia consumida não utilizada pelo corpo se transforma em gordura;
  • diminuição da sensação de “corpo pesado” e de inchaço, com redução da disposição e energia para as atividades cotidianas, tendo em vista o trabalho que é demandado o sistema digestivo para o processamento da proteína com alto valor energético (quem nunca ouviu falar da popular “lombeira” após comer aquela macarronada no almoço?);
  • aumento da tendência à osteoporose, tendo em vista os riscos para a alteração de pH nos ossos;
  • o consumo excessivo de glúten está associado a doenças (além da osteoporose) como lúpus, psoríase, insônia, hipertireoidismo, asma e sinusite.

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